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Fittel envia nota sobre demissões na Embratel

Fale agora ou se cale para sempre É preciso reagir. Na Embratel, quem cobra e faz críticas à empresa acaba no olho da rua

A Fittel publicou nota oficial protestando contra a demissão do engenheiro Carlos Augusto Machado, empregado da Embratel há quase 39 anos, ex-dirigente do Sinttel-Rio e representante dos traba-lhadores no Conselho Deliberativo da Telos.  Além de Carlos Augusto, mais dois companheiros de Brasília também foram demitidos, logo após o encerramento da campanha salarial, por terem feito críticas a Embratel. Consideramos essas demissões como uma vingança mesquinha dos dirigentes da empresa que provaram não saber lidar com a democracia, o direito de expressão e a liberdade sindical. No caso de Carlos Augusto Machado, a Embratel não só revela o seu lado covarde, traiçoeiro e autoritário, mas também sua torpe tentativa de intimidar e constranger a representação dos trabalhadores, uma vez que Carlos Augusto Machado é crítico notório da política de recursos humanos da Embratel e um fiscal rigoroso e incansável dos recursos dos trabalhadores depositados na Telos. De fato, por expor os descaminhos e a falta de transparência na gestão da Telos, Carlos Augusto se tornou uma ameaça a empresa que teme a sua atuação atenta, firme e independente. A demissão de Carlos Augusto e de mais dois companheiros de Brasília coloca os trabalhadores em alerta. Podemos esperar qualquer torpeza de uma empresa que utiliza a censura, a violência moral e a perseguição política para intimidar as reivindicações laborais. Tal qual no combate à ditadura, nossa única alternativa é lutar. Nota da FITTEL A Fittel, Federação que reúne os Sindicatos de Trabalhadores em Telecomunicações (Sinttel) de 8 estados do país e o Sindicato dos Trabalhadores em Ciência, Pesquisa e Tecnologia de São Paulo (SinTPq), vem a público manifestar seu repúdio contra a demissão do engenheiro Carlos Augusto Machado, empregado da Embratel há quase trinta e nove anos, ex-dirigente do sindicato da categoria no Rio de Janeiro e representante dos empregados no Conselho Deliberativo do fundo de pensão Telos. A demissão de Carlos Augusto Machado não só revela o lado covarde, traiçoeiro e autoritário dos dirigentes da empresa, mas também sua torpe tentativa de intimidar e constranger a representação dos trabalhadores, uma vez que Carlos Augusto Machado é crítico notório da política de recursos humanos da Embratel e um fiscal rigoroso e incansável dos recursos dos trabalhadores depositados na Telos. De fato, consideramos a demissão de Carlos Augusto, assim como de mais dois companheiros de Brasília, como uma vingança mesquinha de uma empresa que não sabe lidar com a democracia, o direito de expressão e a liberdade sindical. Todos foram demitidos porque criticaram publicamente a Embratel durante a última Campanha Salarial. Além da forma nazi-facista de tratar com o contraditório e com as reivindicações dos trabalhadores, a demissão de Carlos Augusto expõe os descaminhos e a falta de transparência na gestão da Telos, revelando o desconforto e, principalmente, o temor da Embratel com a atuação atenta, firme e independente do nosso companheiro. Sua demissão é consequência direta de suas críticas ao fechamento, em janeiro desse ano, do plano de previdência existente, desde 1998, e a sua substituição por um novo plano com perdas de vários benefícios para os empregados. Diante de tamanha indignidade, a Fittel e os sindicatos filiados exigem da Embratel a reversão imediata da demissão de Carlos Augusto, bem como a de mais dois trabalhadores de Brasília. Do mesmo modo, cobramos providências as autoridades, especialmente a presidenta Dilma Roussef e o ministro das Comunicações Paulo Bernardo. Não conseguimos conceber que um governo oriundo da luta contra a ditadura seja conivente, para não dizer cúmplice, de uma empresa que utiliza a censura, a violência moral e a perseguição política ante as reivindicações laborais. De toda forma, a Fittel e os sindicatos vão tomar suas providências, seja no âmbito judicial, seja no político. Nossa entidade se notabilizou pelo combate permanente à tirania e a opressão. Não será diferente desta feita. Brasília 14 de janeiro de 2014 FITTEL-SINTTEL-SINTPQ
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