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GVT descumpre acordo coletivo

Trabalhadores reclamam de não terem recebido as diferenças retroativas à data-base Denúncias dão conta de que a GVT, até o presente momento, não pagou corretamente as diferenças dos benefícios de cunho econômico que tiveram reajuste na data-base. Apesar de passados dois meses da Assembleia que aprovou o Acordo, os trabalhadores (as) continuam sem receber as diferenças a que tem direito a exemplo do agregamento. Não bastasse a perda financeira acumulada pelo fato da empresa não ter reajustado os salários na data-base, 1° de setembro, todos os outros benefícios que foram reajustados na data-base e, portanto, geraram diferenças, não tiveram ainda a incorporação do reajuste. É o que entendemos, pois se tinha diferenças acumuladas e não foram pagas, o sindicato entende que ela não respeitou o reajuste. Direito não se discute, se cumpre. Acordo Coletivo tem força de lei e o que foi aprovado pelos trabalhadores em Assembleia é o que tem que ser praticado pela empresa. A proposta apresentada pela empresa para o ACT 2015 foi a seguinte: Pisos Salariais: Campo: R$ 950,83 (corresponde ao piso atual mais a incorporação de 35% do valor da Cesta Básica, corrigido em 7%) e como forma de indenizar a aplicação fora da data-base serão realizado o pagamento de dois abonos, sendo um abono indenizatório em folha de pagamento correspondente a 49% do salário base, e outro abono em tíquete alimentação correspondente a R$ 196,87. Auxílio Alimentação: Campo: valor mensal líquido de R$ 488,27 com aplicação de percentual de 7% retroativa a setembro de 2015 (data-base). Auxílio PNE: Reembolso de até R$ 663,13 a partir de setembro de 2015, neste caso o aumento foi de 9,88%. Auxílio Condutor: Correção de 7% retroativo a janeiro de 2016, para aluguel de veículo e retroativo a setembro para o auxílio condutor (quando for o caso). A partir de 31/08/16, a empresa realizará uma nova correção de 2,69%, totalizando 9,88%. Já fazem quase três meses que o Sinttel-PB vem tentando junto a empresa, uma saída negociada para o problema, mas pelo visto a GVT não está interessada em consertar seus erros e, muito menos em pagar o que é de direito dos seus trabalhadores. Paciência tem limite e a nossa já se esgotou. Agora iremos buscar judicialmente o que é de direito e só iremos assinar o Acordo quando a GVT corrigir os erros e regularizar a situação. Não bastasse isso, ainda há uma outra irregularidade. O vale transporte, que inclusive é lei desde que o trabalhador faça a opção, a GVT não está praticando, embora a participação do trabalhador no custeio do benefício esteja sendo descontado todos os meses. EXIGIMOS O NOSSO DIREITO! O Sinttel-PB reafirma que não abrirá mão de ir as últimas consequencias, exigindo da empresa o cumprimento do que foi assumido na mesa de negociação. Todos aqueles benefícios que tiveram reajustes na data-base e o abono indenizatório deverão ser pagos conforme negociado!
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