SINTTEL-PB
Conheça nossa história

SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EMPRESAS DE TELECOMUNICAÇÕE, TELEFONIA MÓVEL, CENTROS DE ATENDIMETOS, CALL CENTERS, OPERADORES DE SISTEMA DE TV POR ASSINATURA, TRANSMISSÃO DE DADOS E CORREIO ELETRONICO, SERVIÇOS TRONCALIZADOS DE COMUNICAÇÃO, RÁDIO CHAMADAS, TELEMARKETING, PROJETOS, CONSTRUÇÃO E OPERAÇÕES DE EQUIPAMENTOS E MEIOS FISICOS DE TRANSMISSÃO DE SINAL E OPERADORES DE MESAS TELEFÔNICAS NO ESTADO DA PARAIBA.

A história dos 43 anos de lutas e conquistas do SINTTEL está relacionada à luta nacional dos trabalhadores em geral e, especialmente, em defesa dos direitos dos trabalhadores em telecomunicações do país.

O Sindicato dos trabalhadores em Empresas Telefônicas do Estado da Paraiba foi oficialmente reconhecido em 20 de abril de 1965, pelo Ministério do Trabalho, como entidade representativa da categoria dos trabalhadores em empresas telefônicas, substituindo, a partir de então, e Associação dos Trabalhadores em Empresas Telefônicas do Estado da Paraiba.

Em 06 de março de 1974 acontece o primeiro apostilamento de registro, quando a entidade passa a representar a categoria de forma unificada e, em consequência disso, passa a denominar-se Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Telecomunicações e Operadores de Mesas Telefônicas do Estado da Paraiba. Atualmente o Sinttel-PB, abrange os trabalhadores em empresas de telecomunicações, telefonia móvel, centros de atendimento, call centers, serviços troncalizados de comunicação, rádio chamadas, telemarketing, projetos, construção, instalação e operação de equipamentos e meios físicos de transmissão de sinal e operadores de mesas telefônicas no Estado da Paraiba.

A eleição da diretoria sindical em 1985 e a sua posse em janeiro de 1986 representou o inicio da transição politica na administração do Sinttel-PB, pois a entidade passou a ser administrada por um grupo de trabalhadores e trabalhadoras politicamente mais comprometidos com os interesses da categoria.

Em 1986, a categoria organiza, sob a coordenação da Fittel, a primeira greve dos telefônicos vinculados à Telebrás.

Nessa época, o sindicato desfilia-se da Fenattel (Federação Nacional dos Trabalhadores em Telecomunicações) e filia-se à Fittel (Federação interestadual dos Trabalhadores em Telecomunicações).

Em 1987 a Fittel organiza, em Bel Horizonte, o 1º Congresso Nacional dos Trabalhadores em Telecomunicações (CONTTEL), tornando-se, a partir daí o órgão maior de discussão da Federação. Além do CONTTEL, a Fittel reúne, pelo menos duas vezes por ano, os sindicatos afiliados por meio do Conselho Diretor (CD) para planejar a Campanha Nacional Unificada (CNU) em defesa dos interesses da categoria, como melhores salários, melhoria da qualidade de vida e dignidade profissional.

A diretoria empossada em 1989 rompe definitivamente com o modelo assistencialista e o sindicato passa a ser administrado por um grupo de trabalhadores comprometidos em lutar verdadeiramente em defessa dos interesses da categoria, buscado melhoria na qualidade de vida e de trabalho, momento em que filia-se à Central Única dos Trabalhadores (CUT) e isso contribui para acabar com o caráter personalista e corporativista do nosso movimento, fazendo com que as lutas somem-se às lutas dos movimentos populares de toda classe trabalhadora e pela democratização do país.

O informativo Companheiro surgiu em 1989 para criar mais um elo de comunicação entre o sindicato e seus sócios. Por meio dele, o sindicato mobiliza, informa, instrui e divulga ações inerentes à nossa categoria.

Assim, o ano de 1989 caracterizou-se pelo avanço politico da categoria, pois o sindicato deixava de ser um mero homologador de acordos salariais e de rescisões de contratos de trabalho para se tornar efetivamente num instrumentos de luta dos telefônicos paraibanos. Naquele ano, a entidade passa a ter sede própria, que, depois de reformada, se torna num ambiente bem estruturado com salas climatizadas para reuniões, cursos e palestras e um auditório climatizado com capacidade para acomodar 150 pessoas sentadas.

A década de 1990 ficou marcada pelos governos neoliberais e as profundas alterações realizadas na estrutura do Estado, que trouxeram prejuízos à classe trabalhadora, de uma forma geral. A greve dos 16 dias dos trabalhadores telefônicos, ocorrida em 1990, foi destaque na luta contra o governo Collor. Em 05 de setembro de 1990 é aprovado um novo Estatuto da entidade, que traz, entre outras novidades, um setor de formação político-sindical e cultural.

Na segunda metade do governo Fernando Henrique Cardoso, as privatizações acompanhadas de inúmeras demissões, provocaram enormes prejuízos aos trabalhadores e, por consequência, aos sindicatos, apenas do avanço quantitativo no acesso á telefonia. O Sinttel-PB, assim como a grande maioria dos sindicatos, resistiu à proposta de privatização, porém, esta foi ocorrendo gradativamente, pela via indireta da terceirização e em julho de 1998 consolidou-se.

O sindicato sempre agregou outros temas em suas ações, além das negociações coletivas por melhores salários e emprego decente, o incentivo á qualificação profissional; a defesa dos trabalhadores junto ao Ministério Público; a melhoria das condições de trabalho; a redução da carga horária de trabalho e as questões de gênero.

O 1º CONETTEL, realizado nos dias 28, 29 e 30 de novembro de 2008, na cidade de Lagoa Seca/PB, ocorre num contexto muito oportuno quando se completam quatro décadas acompanhando importantes mudanças no campo das telecomunicações, assim como as suas implicações para o cotidiano dos (as) trabalhadores (as) do setor, denunciando injustiças, reivindicando direitos e atuando como sujeito da história. Não pauta do evento:

Analise da conjuntura nacional e local; os desafios atuais do setor de telecomunicações; planejamento das ações do sindicato: as políticas públicas para mulheres; diagnostico do trabalho no setor e resgate histórico fotográfico do Sinttel-PB.

ELEIÇÃO GESTÃO PRESIDENTE/COORDENADOR GERAL
  20/04/1965  
08/10/1970 1965 / 1970 José da Rocha Bacelar Caldas
31/10/1973 Junta Governativa Pedro Batista de Carvalho
16/01/1974 1974 / 1977 Pedro Batista de Carvalho
10/12/1976 1977 / 1980 Pedro Batista de Carvalho
04/01/1980 1980 / 1983 José Caiafo de Almeida
04/12/1983 1983 / 1986 Francisco das Chagas Perigo de Araújo
23/11/1986 1986 / 1989 Roberto Dourado de Andrade Domingues
28/11/1989 1989 / 1992 Hamurabi Duarte de Carvalho
23/11/1992 1992 / 1995 Hamurabi Duarte de Carvalho
20/11/1995 1995 / 1998 Hamurabi Duarte de Carvalho
20/12/1998 1998 / 2001 Hamurabi Duarte de Carvalho
27/11/2001 2001/ 2004 Luzenira Linhares Alves
07/12/2004 2004 / 2007 Luzenira Linhares Alves
10/12/2007 2007 / 2010 Luzenira Linhares Alves
10/08/2011 2011 / 2014 Luzenira Linhares Alves
10/08/2014 2014 / 2017 Wallace de Oliveira Pereira
10/08/2017 2017 – 03/2021 Wallace de Oliveira Pereira
17/03/2021 03/2021 – 09/2021 Marta Bernardino Sena da Silva
11/09/2021 2021 / 2025 Marta Bernardino Sena da Silva